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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Urbana Arte I , um povo reflectido na parede



 Difusa, solitária, hiper realismo em carne viva é a marca da arte urbana do interior esquecido!
Um grito de aviso e de lembrança que é tão cru que incomoda, tanta raiva incontida expressa nas pedras de granito, nas paredes caiadas, um desfuncionamento absoluto com a herança histórica do local.
É uma visão tão estranha, emergente no nevoeiro serrano, na chuva miudinha do planalto
Não há gente, como pode haver tanta tridimensionalidade exposta, ambiente de guetto urbano na terra fria de uma província profunda?
Introvertido reflexo do povo beirão!