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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Barça, Gaudi e uma Nação (I)


É mais que um clube, é mais que um mero símbolo.
Barcelona reclama modernismo como uma bandeira, um desafio, mesmo um desaforo a favor da Catalunha, Estado Nação não fosse o Rei!
(E se o Rei fosse outro? Homem ou Estatuto?)
Gaudi, o vagabundo, mendigo do fim da vida, é o herói improvável, de refúgio para quem precisa de um símbolo, o símbolo da vanguarda!
Se o Rei foi/é/será consensual, com o desfecho fatal da guerra civil, a nação catalã foi suspensa!
(Um tutor que não dissolve a monarquia, mas que uniformiza um espaço geográfico – Nação? – sobre as cruzes da guerra dividida)
(União – Uniformização) um outro lado de uma moeda diferente!
Os grafittis recordam, que nem enterrado no museu da História, a Catalunha concede perdão.

Qual o efeito? Homem ou Estatuto?
Gaudi, o símbolo ressuscitado do modernismo catalão!

Como Picasso!
Como Dali!
Modernismo, Extravagância e ousadia.

A mesma guerra civil (ou teriam sido os anarquistas?) destruiu os planos de construção da Sagrada Família, e transformou-o (O) num mito e criou a discórdia eterna / o da interpretação hipotética do Mestre.
Estranha a contradição: podiam os anarquistas ser mais anarquistas que Gaudi?
Olé para a expressão “génios incompreendidos que só a morte redentora os liberta e os eterniza”
Desafio enorme à grande Nação (a espanhola?)!
Falta o Barça: Última irreverência de talentos, que se opõem ao interesse comum, que gere em função do padrão médio (vulgar?)
7/11 Do campeão do mundo, representa o quê?
O Rei apressou-se a falar da União, espírito de sacrifício, um exemplo para a Nação…
Qual?
E se tivesse sido 11/11? A Nação teria sido outra?
Não foi afinal o resto do pé da ponta do corpo do apaixonado guardião do regime feito clube (também falamos do guarda redes) que salvou a Espanha do adversário?
Minuto (45;90)
Afinal não há proporções para uma vitória integral. Certo?
Algumas semanas depois, um milhão de catalães, nas ruas de Barcelona, contestou uma decisão do Tribunal, ofuscando-lhes a autonomia.
Afinal, proporção é proporção, e os catalães terão perguntado pelos avançados andaluzes!
Desafio, eficiência, ousadia, cores e bandeira: Camp Nou
Por vezes a mesma sobranceria dos vizinhos Castelhanos, cheio de amor-próprio e vaidade latente.
Já se sente!
É uma delirante cidade, onde se tropeça constantemente numa incontornável raiva criativa!

Avé!