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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Afinal, o mundo é (mesmo) plano



(mais plano do que induz a primeira impressão)
a arte contemporânea estimula o diálogo no local de culto



O consumo e as trocas obedecem a padrões reconhecíveis


A cor realça nos contrastes de luz...


As culturas dialogam em harmonia
(as populações locais, as máquinas vindas do oriente e a irreverência vestida de encontro de culturas)


As sombras difusas enaltecem o intemporal...


As cabras nas árvores não existem apenas na publicidade a bebidas refrescantes de leve sabor alcoólico
( e os jovens tiram selfies e existe sempre um guardador de árvores que se comporta como um arrumador de carros)


...e todos cabem na mesma imagem, os que trabalham, os que descobrem e os que acreditam...


...mas os que trabalham são o foco da admiração...e o centro de qualquer imagem


e a praia, quando nasce, é para todos


e os miúdos adoram ídolos em todas as estradas...


e comunicar é preciso...


há sempre alguém que nos recorda das nossas raízes comuns...


todas as esquinas têm, pelo menos, duas perspetivas