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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Praça do Império - Os Heróis do (nosso) Império



As gaivotas em terra são pronúncio de tempestade no (horizonte) mar.
O brilhante mate da sua recortada figura no cinzento do ameaçador céu, manifesta-se na praça, orgulho da nação
Drama, emoção e aventura num colorido quase preto (prata) e branco.
Nuvens sobre a Pátria?



Apenas uma efémera ilusão de óptica!


Sobre a monumentalidade da ex-(libris) capital do Império, o Sol fura o capacete e torna-se num roteiro imperdível de milhares de novos descobridores da lusitana glória passada que, também para eles, é intemporal.
Heróis de cores vivas,como se a nova aventura ainda estivesse a nascer.
Infante Capelo Gaivota, não há nuvens que resistam ao apelo do céu azul e do mar!


Na praça dos nossos heróis, mesmo num Sábado de manhã que promete tempestade de Adamastor, a nossa alma é (sempre) tão grande quanto a esperança e não há cabo que corte as raízes ao (pensamento) sonho.
Uma visão panorâmica e compósita da grande alma lusitana!

domingo, 8 de janeiro de 2012

O último Pôr-do-Sol

Last Sunset in our mind


Gosto de pensar que este entardecer é diferente 
Golegã 31/12/2011 17:35 da tarde
Um bom repouso para todos os Heróis da Pátria!
2012, odisseia na terra!

Heróis da Pátria II



Carlos Relvas, fotógrafo, casa estúdio e Golegã, é um surpreendente símbolo de criatividade, de arrojo e amor à (sua) arte.
Prémios à parte, é incrível a nossa persistência em esconder os solitários e fascinantes seres diferentes que povoam a nossa História.
Na tarde avançada do ano passado e de um Sol intruso, quente e laranja, os telhados envidraçados do soberbo estúdio fotográfico de Relvas - segunda metade do século XIX, sim tão distante e tão percursor! - enchem-se de luz e apelam aos modelos que regressem, os estores que deixem a luz entrar!
Estávamos sózinhos na Casa Estúdio de Relvas, um Homem que testemunhou o país (onde está o orgulho nacional?)
Golegã, a terra do cavalo ecaminhamos a trote para o fim do ano. 
Prémios à parte, respira-se Portugal no seu melhor, novos heróis da Pátria pré-moderna

sábado, 7 de janeiro de 2012

Heróis de Pátria I



Nas barbas do Tejo espraia-se um Inverno mais do que suave, no final da manhã do último dos dias do ano, com cores tão intensas - mais cor de trigo ao pôr de sol. todo o dia - que provoca um efeito de endeusamento do rio, uma vénia encandescente em troco de um sorriso fugaz do rio, do castelo e das margens.
Sente-se a amplitude de um lugar, deste lugar, no serpentear do Tejo e no ar de Outono tardio que se respira neste corredor de vida, num perfeito alinhamento de árvores, desfolhadas mas hirtas, com a estrada, o curso de água da vida chamado rio e os fascinados campos do Ribatejo.

Castelo de Almourol,
Lendas à parte, respira-se a Reconquista e a Ordem dos Templários, os primeiros Heróis da Pátria recém nascida!