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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Made in Portugal I



A lusitânica invasão de seres emigrantes chegou aos mercados da grande metrópole.
Arquiteto durante a semana, montou banca de pastéis de nata e café delta numa scooter de caixa fechada e, ali mesmo, contribui estoicamente para o crescimento das exportações da nossa mãe pátria.
Sem preconceitos e com um orgulho que lhe faz brilhar os olhos.
Chova ou faça neve!
É preciso arejar dos balofos instalados para entender a verdadeira natureza de um povo.
Como o leão chamado Rei num soberbo musical, que explicava ao filho que a principal obrigação de um rei não era fazer o que lhe apetecia, mas zelar pelo bem-estar da selva.
Afinal, todos têm o seu lugar no círculo da vida, mesmo aqueles que se encontram na base da pirâmide alimentar
Sabedoria animal!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Praça do Império - Os Heróis do (nosso) Império



As gaivotas em terra são pronúncio de tempestade no (horizonte) mar.
O brilhante mate da sua recortada figura no cinzento do ameaçador céu, manifesta-se na praça, orgulho da nação
Drama, emoção e aventura num colorido quase preto (prata) e branco.
Nuvens sobre a Pátria?



Apenas uma efémera ilusão de óptica!


Sobre a monumentalidade da ex-(libris) capital do Império, o Sol fura o capacete e torna-se num roteiro imperdível de milhares de novos descobridores da lusitana glória passada que, também para eles, é intemporal.
Heróis de cores vivas,como se a nova aventura ainda estivesse a nascer.
Infante Capelo Gaivota, não há nuvens que resistam ao apelo do céu azul e do mar!


Na praça dos nossos heróis, mesmo num Sábado de manhã que promete tempestade de Adamastor, a nossa alma é (sempre) tão grande quanto a esperança e não há cabo que corte as raízes ao (pensamento) sonho.
Uma visão panorâmica e compósita da grande alma lusitana!